domingo, março 26, 2006
O Palestrante Espírita e os Desafios da Comunicação
É evidente que são muitos os Desafios da Comunicação desde a época onde os homens começaram a viver em sociedade, sendo pela constituição do grupo, comunidades de trabalho, ou em família.
Na necessidade de ser entendido nos primórdios da civilização, o homem se fez entender por grunhidos, gestos e palavras.
A capacidade de comunicação depende dos meios de que se disponha.
Cada um de nós tem seu potencial divino a ser desenvolvido ou já em atuação pelo esforço individual.
Qualquer pessoa pode falar em público desde que se determine para tal, vencendo os seus bloqueios.
Cada qual com sua personalidade, seu gesto, sua linguagem e características.
A comunicação é o entendimento entre os homens. É necessário que nesta comunicação haja respeito e compreensão mútua entre os indivíduos.
Para usar a tribuna ao meu ver, devemos ter consciência de que estamos representando o próprio Espiritismo. O primeiro desafio será o da reforma moral.
Deverá o Evangelho Redentor nortear as nossas vidas para que as nossas palavras encontrem eco.
É preciso entender que nossas idéias sejam concordes com a Doutrina espírita para podermos atingir uma boa comunicação.
O desafio de estarmos atentos com as pessoas que representam a nossa doutrina, em saber se são capacitadas para que se evitem prejuízos doutrinários.
O desafio do vocabulário espírita, em termos o cuidado de explicarmos aos que vem pela primeira vez à casa espírita.
Desafio da postura correta, do vestuário elegante e discreto, da fisionomia expressiva, da movimentação normal, da gesticulação natural, da voz agradável sem ser chorosa e a dicção boa.
Conseguir transmitir a MENSAGEM ao RECEPTOR sendo EMISSOR.
Saber para quem vamos falar e o nível sócio econômico do local, o conhecimento doutrinário para podermos atingir os nossos objetivos na comunicação. É preciso que tenhamos uma idéia aproximada do nível de público a quem vamos nos dirigir isso se obtém abrindo espaço para que sejam colocadas idéias e questionamentos pertinentes.
Estudar sempre o Livro dos Espíritos para poder dominar os assuntos e termos segurança e maior flexibilidade.
Ser humilde usando sempre a sinceridade, sem ser piegas.
Vencer o medo mantendo a calma, jogar a nossa tensão em uma energia positiva, canalizada para a voz, para o olhar, para a expressão facial, respirando fundo e pensando em algo positivo.
Lembrando que esta adrenalina é benéfica e nos ajudará a lembrar tudo que temos a falar, transformemos o medo em prazer e nossas palestras em resultados benéficos.
Que as pessoas saiam mais confiantes, alegres e cheias de esperança.
Orientemos quem nos ouve a buscar o crescimento interior!
Ajudemos o ser humano a caminhar confiantes com os próprios pés!
Saibamos dividir este tesouro que é a Doutrina Espírita, pois sabemos ser a divulgação da mesma, a maior caridade.
Façamos a quem nos ouve, entender que: somos nós os nossos construtores, para que evitemos maiores sofrimentos na humanidade.
Desta forma, acredito que estaremos atingindo com êxito todos os Desafios Da Comunicação.
Lembremo-nos: "Os poetas nascem, os oradores se fazem" Quintiliano.
Na necessidade de ser entendido nos primórdios da civilização, o homem se fez entender por grunhidos, gestos e palavras.
A capacidade de comunicação depende dos meios de que se disponha.
Cada um de nós tem seu potencial divino a ser desenvolvido ou já em atuação pelo esforço individual.
Qualquer pessoa pode falar em público desde que se determine para tal, vencendo os seus bloqueios.
Cada qual com sua personalidade, seu gesto, sua linguagem e características.
A comunicação é o entendimento entre os homens. É necessário que nesta comunicação haja respeito e compreensão mútua entre os indivíduos.
Para usar a tribuna ao meu ver, devemos ter consciência de que estamos representando o próprio Espiritismo. O primeiro desafio será o da reforma moral.
Deverá o Evangelho Redentor nortear as nossas vidas para que as nossas palavras encontrem eco.
É preciso entender que nossas idéias sejam concordes com a Doutrina espírita para podermos atingir uma boa comunicação.
O desafio de estarmos atentos com as pessoas que representam a nossa doutrina, em saber se são capacitadas para que se evitem prejuízos doutrinários.
O desafio do vocabulário espírita, em termos o cuidado de explicarmos aos que vem pela primeira vez à casa espírita.
Desafio da postura correta, do vestuário elegante e discreto, da fisionomia expressiva, da movimentação normal, da gesticulação natural, da voz agradável sem ser chorosa e a dicção boa.
Conseguir transmitir a MENSAGEM ao RECEPTOR sendo EMISSOR.
Saber para quem vamos falar e o nível sócio econômico do local, o conhecimento doutrinário para podermos atingir os nossos objetivos na comunicação. É preciso que tenhamos uma idéia aproximada do nível de público a quem vamos nos dirigir isso se obtém abrindo espaço para que sejam colocadas idéias e questionamentos pertinentes.
Estudar sempre o Livro dos Espíritos para poder dominar os assuntos e termos segurança e maior flexibilidade.
Ser humilde usando sempre a sinceridade, sem ser piegas.
Vencer o medo mantendo a calma, jogar a nossa tensão em uma energia positiva, canalizada para a voz, para o olhar, para a expressão facial, respirando fundo e pensando em algo positivo.
Lembrando que esta adrenalina é benéfica e nos ajudará a lembrar tudo que temos a falar, transformemos o medo em prazer e nossas palestras em resultados benéficos.
Que as pessoas saiam mais confiantes, alegres e cheias de esperança.
Orientemos quem nos ouve a buscar o crescimento interior!
Ajudemos o ser humano a caminhar confiantes com os próprios pés!
Saibamos dividir este tesouro que é a Doutrina Espírita, pois sabemos ser a divulgação da mesma, a maior caridade.
Façamos a quem nos ouve, entender que: somos nós os nossos construtores, para que evitemos maiores sofrimentos na humanidade.
Desta forma, acredito que estaremos atingindo com êxito todos os Desafios Da Comunicação.
Lembremo-nos: "Os poetas nascem, os oradores se fazem" Quintiliano.