sábado, maio 06, 2006
O Fisiologismo do Fluido Vital
O Fisiologismo do Princípio Vital
Considerando se o fato do universo material ter como matéria básica formadora essencial o Fluido Cósmico Universal. Este fluido é próprio a cada planeta, e em cada um o Espírito toma o seu corpo espiritual, o Perispírito, necessário para sua existência de encarnado.
O Perispírito intermediário entre o corpo material e o Espírito encarnado, é de tal forma constituído que pode assimilar deste, o F.C.U, o princípio vital, nele contido, que permite equilibrar a economia do corpo material. Principio que é assimilado pelos órgãos materiais, cuja fisiologia permite fortalecer e dar a vida a este. E isto é que chama apropriadamente Kardec de vitalidade. Analisamos de tal forma que pudéramos ter uma matéria orgânica indefectível e sem desgastes e teríamos aí vida eterna. Mas... o corpo material sofre a deterioração própria das matérias assim como o próprio equilíbrio do planeta. E aí temos o prejuízo desta vitalidade que por não ser mais possível serem assimilada e fixada pelos órgãos materiais, em detrimento da vontade do Espírito vêm a falir e provocando o desencarne. Assim tudo no Universo sofre desgaste como lei universal do equilíbrio e da oportunidade de renovação.
Porém em tudo temos o aporte de conhecimento e de aprendizado espiritual, necessário ao avanço evolutivo. Vejamos isto no próprio desenvolver da Natureza que estudada pelos cientistas e referendada nos compêndios nos demonstra o avanço e a renovação das espécies a cada tempo relatadas nas obras dos Homens que se propuseram explicá-la.
É porém, de notável utilidade aprendermos sobre a interação do Perispírito na Matéria Primitiva e sabermos como os Espíritos podem interagir com a matéria pelo pensamento e a vontade.
Espírito sem seu corpo espiritual nada pode sobre o mundo material. Mas através deste, pode operar sobre a matéria primitiva, pelo pensamento e a vontade de forma a interferir de forma concreta.
Sobre o corpo dos encarnados os Espíritos atuam de forma a estabelecer um laço energético com o Perispírito do encarnado, através seu próprio Perispírito. Como ele atua sobre o seu, (Perispírito) pode e sabe como fazer atuar sobre o do encarnado. De que forma? Bem, devemos raciocinar. Estabelece, o Espírito desencarnado, ligação com o corpo espiritual do encarnado de modo a poder transferir-lhe seu conhecimento sua vontade, e aquele que está controlando o corpo material de que é intermediário para o mundo de relação, atado que está ao sistema nervoso central, órgão através do qual o Espírito encarnado pode se fazer mover a atuar no mundo material; executa a ação agora da vontade do desencarnado. É evidente que isto tudo só se passa sob a vontade do Espírito encarnado que mesmo sendo inspirado, só executa a ação sob o império da sua própria vontade que é sempre soberana. Como sempre o Espírito está sendo assediado precisa ter um ponto de apoio uma força que o auxilie a se defender disto tudo, e esta força esta no seu modo de agir e nas suas ações que devem ser sempre ponderadas e equilibradas.
Daí, estabelecermos raciocínio direto sobre as ações dos Espíritos sobre nossa vida, e principalmente sobre nossa saúde é muito fácil, o processo é o mesmo ocorre que nem sempre nos apercebemos e refratamos o auxilio, devido a nossa própria dureza. Da mesma forma que rejeitamos o atendimento de um ente querido quando estamos mal e este vem em auxilio. Nosso orgulho faz que refutemos conselhos, medicamentos, e mesmo atendimento mais capacitado como o da medicina. É comum embora estejamos mal, nos acostumamos de tal forma com a situação, mesmo sendo auxiliados por pessoas caras que nos orientam, ou pelo auxilio espiritual. Mas, qual o que, queremos mesmo ser motivo de comiseração a que nos afeiçoamos, e nos detemos no mal. Nada nos consola, e até continuamos tomando medicamentos que sabemos estão apenas piorando a situação. Mas nos afeiçoamos de tal forma aos seus efeitos, ou por outra, nos viciamos a ter as mesmas sensações que não desejamos nenhum auxílio que não os inclua.
E ai perder o contato sadio com pessoas sadias que nos querem bem é um passo. Nada de acusar estas, não, pois de tanto irem à nascente sabemos que um dia a fonte seca, não é outra a razão pela qual tantos Espíritos que vem à Casa Espírita, em situação deprimente nos relatam que foi exatamente o que fizeram para que seus parentes e amigos os deixassem à própria sorte. Orgulho e aceitação das coisas de forma passiva e quase que obsessiva, pois isto na verdade não passa de procedimento obsessivo, vicioso, e ninguém poderia auxiliá-los, pois não queriam.
Mas, não nos esqueçamos, temos todos, um protetor, melhor do que nós, para nos auxiliar, preciso é que lhes sejamos sensíveis.
O auxilio e o amparo faz parte das experiências no mundo material, embora não nos damos contas disso, mesmo que alguns Espíritas mais afoitos se apressam em querer dizer o contrário, ou seja, que a situação de sofrimento é necessária. Mas não podemos conceber um Pai rancoroso, nem irmãos sem sensibilidade nenhuma para auxiliar ao outro em dificuldades.
Todos nos respeitamos e nos ajudamos seja lá qual for a nossa crença, o que nos faz endurecidos são as nossas convenções sociais ainda muito imperfeitas e ligadas aos rótulos. É rótulo religioso, doutrinário, político, econômico, de nacionalidades, de cor da pele, de estado de miserabilidade, etc.
Precisamos nos despir deste orgulho assumirmos que somos de fato iguais, e estabelecermos afinidades com tudo e com todos respeitando as diferenças e acima de tudo dando para melhorar tudo à nossa volta único meio de fazer este mundo um pouco melhor.
Luiz G. Scalzitti
Considerando se o fato do universo material ter como matéria básica formadora essencial o Fluido Cósmico Universal. Este fluido é próprio a cada planeta, e em cada um o Espírito toma o seu corpo espiritual, o Perispírito, necessário para sua existência de encarnado.
O Perispírito intermediário entre o corpo material e o Espírito encarnado, é de tal forma constituído que pode assimilar deste, o F.C.U, o princípio vital, nele contido, que permite equilibrar a economia do corpo material. Principio que é assimilado pelos órgãos materiais, cuja fisiologia permite fortalecer e dar a vida a este. E isto é que chama apropriadamente Kardec de vitalidade. Analisamos de tal forma que pudéramos ter uma matéria orgânica indefectível e sem desgastes e teríamos aí vida eterna. Mas... o corpo material sofre a deterioração própria das matérias assim como o próprio equilíbrio do planeta. E aí temos o prejuízo desta vitalidade que por não ser mais possível serem assimilada e fixada pelos órgãos materiais, em detrimento da vontade do Espírito vêm a falir e provocando o desencarne. Assim tudo no Universo sofre desgaste como lei universal do equilíbrio e da oportunidade de renovação.
Porém em tudo temos o aporte de conhecimento e de aprendizado espiritual, necessário ao avanço evolutivo. Vejamos isto no próprio desenvolver da Natureza que estudada pelos cientistas e referendada nos compêndios nos demonstra o avanço e a renovação das espécies a cada tempo relatadas nas obras dos Homens que se propuseram explicá-la.
É porém, de notável utilidade aprendermos sobre a interação do Perispírito na Matéria Primitiva e sabermos como os Espíritos podem interagir com a matéria pelo pensamento e a vontade.
Espírito sem seu corpo espiritual nada pode sobre o mundo material. Mas através deste, pode operar sobre a matéria primitiva, pelo pensamento e a vontade de forma a interferir de forma concreta.
Sobre o corpo dos encarnados os Espíritos atuam de forma a estabelecer um laço energético com o Perispírito do encarnado, através seu próprio Perispírito. Como ele atua sobre o seu, (Perispírito) pode e sabe como fazer atuar sobre o do encarnado. De que forma? Bem, devemos raciocinar. Estabelece, o Espírito desencarnado, ligação com o corpo espiritual do encarnado de modo a poder transferir-lhe seu conhecimento sua vontade, e aquele que está controlando o corpo material de que é intermediário para o mundo de relação, atado que está ao sistema nervoso central, órgão através do qual o Espírito encarnado pode se fazer mover a atuar no mundo material; executa a ação agora da vontade do desencarnado. É evidente que isto tudo só se passa sob a vontade do Espírito encarnado que mesmo sendo inspirado, só executa a ação sob o império da sua própria vontade que é sempre soberana. Como sempre o Espírito está sendo assediado precisa ter um ponto de apoio uma força que o auxilie a se defender disto tudo, e esta força esta no seu modo de agir e nas suas ações que devem ser sempre ponderadas e equilibradas.
Daí, estabelecermos raciocínio direto sobre as ações dos Espíritos sobre nossa vida, e principalmente sobre nossa saúde é muito fácil, o processo é o mesmo ocorre que nem sempre nos apercebemos e refratamos o auxilio, devido a nossa própria dureza. Da mesma forma que rejeitamos o atendimento de um ente querido quando estamos mal e este vem em auxilio. Nosso orgulho faz que refutemos conselhos, medicamentos, e mesmo atendimento mais capacitado como o da medicina. É comum embora estejamos mal, nos acostumamos de tal forma com a situação, mesmo sendo auxiliados por pessoas caras que nos orientam, ou pelo auxilio espiritual. Mas, qual o que, queremos mesmo ser motivo de comiseração a que nos afeiçoamos, e nos detemos no mal. Nada nos consola, e até continuamos tomando medicamentos que sabemos estão apenas piorando a situação. Mas nos afeiçoamos de tal forma aos seus efeitos, ou por outra, nos viciamos a ter as mesmas sensações que não desejamos nenhum auxílio que não os inclua.
E ai perder o contato sadio com pessoas sadias que nos querem bem é um passo. Nada de acusar estas, não, pois de tanto irem à nascente sabemos que um dia a fonte seca, não é outra a razão pela qual tantos Espíritos que vem à Casa Espírita, em situação deprimente nos relatam que foi exatamente o que fizeram para que seus parentes e amigos os deixassem à própria sorte. Orgulho e aceitação das coisas de forma passiva e quase que obsessiva, pois isto na verdade não passa de procedimento obsessivo, vicioso, e ninguém poderia auxiliá-los, pois não queriam.
Mas, não nos esqueçamos, temos todos, um protetor, melhor do que nós, para nos auxiliar, preciso é que lhes sejamos sensíveis.
O auxilio e o amparo faz parte das experiências no mundo material, embora não nos damos contas disso, mesmo que alguns Espíritas mais afoitos se apressam em querer dizer o contrário, ou seja, que a situação de sofrimento é necessária. Mas não podemos conceber um Pai rancoroso, nem irmãos sem sensibilidade nenhuma para auxiliar ao outro em dificuldades.
Todos nos respeitamos e nos ajudamos seja lá qual for a nossa crença, o que nos faz endurecidos são as nossas convenções sociais ainda muito imperfeitas e ligadas aos rótulos. É rótulo religioso, doutrinário, político, econômico, de nacionalidades, de cor da pele, de estado de miserabilidade, etc.
Precisamos nos despir deste orgulho assumirmos que somos de fato iguais, e estabelecermos afinidades com tudo e com todos respeitando as diferenças e acima de tudo dando para melhorar tudo à nossa volta único meio de fazer este mundo um pouco melhor.
Luiz G. Scalzitti