domingo, setembro 17, 2006
Nós e a Religiosidade
Nós e a Religiosidade
O motivar-nos para a religiosidade e progresso moral é terreno estéril de muita insegurança que a nossa vontade ainda não despertou inteiramente.
A afirmativa é forte e toca o brio de cada um poderá haver discordâncias.
Porém tudo o que disser contra a idéia ai expressa, será refutado em nosso íntimo por estar de acordo com o procedimento padrão da humanidade.
Como crianças assustadas corremos para: Deus, Jesus, santos ou espíritos pedindo o amparo o consolo e a fortificação. Passada a tempestade, restabelecida a ordem dizemos, puxa como eu sou inteligente, acabei por sair de um problema muito difícil.
Acabam aí toda a fé e religiosidade que professamos, segue a vida, sucessivamente por várias vezes nesse eterno entrar e sair de uma casa religiosa, tão logo nos vemos livres dos problemas, na maioria das vezes resultado da nossa pouca fé.
Aquele compromisso de envolver-se decididamente com a doutrina e doar parcela de tempo para melhor entendimento da nossa própria existência, o que resultaria em facilidade de viver, esse está difícil, pois nós damos muito mais ênfase às necessidades materiais, embora saibamos já não serem estas as essenciais.
Já perceberam que estamos sempre amparados nos locais que nos dirigimos pelas mesmas pessoas, muitas vezes envelhecidas na tarefa, já idosas mas que persistem na labuta.
Bem, alguém precisará substituí-los um dia e ai perguntamos, por nós?
Diz o ditado popular que Deus tudo vê e tudo provê, isso é verdadeiro porque assim como os cometas a cada tempo aparece um irmão desprendido com vontade de servir.
Sem desculpas, sem evasivas, às vezes grosseiras para não comparecer na luta pela causa, pela religiosidade, pela educação que permite libertar as pessoas.
Precisamos arregaçar as mangas e por mãos à obra pois o terreno é fértil e os tempos estão chegados, a hora é esta.
O problema é conceituar tudo na medida das coisas materiais de posses de enriquecimento, bem estar, sensações que nos dão prazer material.
Os sentimentos a sensibilidade o conhecer a si mesmo e procurar fazer tudo ao alcance em favor de um recolhimento sereno para podermos estar na casa Espírita.
Doarmos parte do tempo que nos é dado por Deus para as coisas Dele.
Enfim sermos agradecidos pela oportunidade de vida.
Quando iremos compreender isso?
Luiz Gonzaga
O motivar-nos para a religiosidade e progresso moral é terreno estéril de muita insegurança que a nossa vontade ainda não despertou inteiramente.
A afirmativa é forte e toca o brio de cada um poderá haver discordâncias.
Porém tudo o que disser contra a idéia ai expressa, será refutado em nosso íntimo por estar de acordo com o procedimento padrão da humanidade.
Como crianças assustadas corremos para: Deus, Jesus, santos ou espíritos pedindo o amparo o consolo e a fortificação. Passada a tempestade, restabelecida a ordem dizemos, puxa como eu sou inteligente, acabei por sair de um problema muito difícil.
Acabam aí toda a fé e religiosidade que professamos, segue a vida, sucessivamente por várias vezes nesse eterno entrar e sair de uma casa religiosa, tão logo nos vemos livres dos problemas, na maioria das vezes resultado da nossa pouca fé.
Aquele compromisso de envolver-se decididamente com a doutrina e doar parcela de tempo para melhor entendimento da nossa própria existência, o que resultaria em facilidade de viver, esse está difícil, pois nós damos muito mais ênfase às necessidades materiais, embora saibamos já não serem estas as essenciais.
Já perceberam que estamos sempre amparados nos locais que nos dirigimos pelas mesmas pessoas, muitas vezes envelhecidas na tarefa, já idosas mas que persistem na labuta.
Bem, alguém precisará substituí-los um dia e ai perguntamos, por nós?
Diz o ditado popular que Deus tudo vê e tudo provê, isso é verdadeiro porque assim como os cometas a cada tempo aparece um irmão desprendido com vontade de servir.
Sem desculpas, sem evasivas, às vezes grosseiras para não comparecer na luta pela causa, pela religiosidade, pela educação que permite libertar as pessoas.
Precisamos arregaçar as mangas e por mãos à obra pois o terreno é fértil e os tempos estão chegados, a hora é esta.
O problema é conceituar tudo na medida das coisas materiais de posses de enriquecimento, bem estar, sensações que nos dão prazer material.
Os sentimentos a sensibilidade o conhecer a si mesmo e procurar fazer tudo ao alcance em favor de um recolhimento sereno para podermos estar na casa Espírita.
Doarmos parte do tempo que nos é dado por Deus para as coisas Dele.
Enfim sermos agradecidos pela oportunidade de vida.
Quando iremos compreender isso?
Luiz Gonzaga