quinta-feira, setembro 07, 2006

 

O Saber e a Sabedoria

O Saber e a Sabedoria.

Vivemos aprendemos aumentamos a nossa cultura e em alguns casos desenvolvemo-la.
Bem, o que devemos fazer?
Aprender? Aumentar o grau de conhecimento? Ou desenvolver nossa cultura?
É para nós claro, desenvolver o nosso conhecimento!
Sabido é também que para desenvolvermos o conhecimento é necessário o estudo e a pesquisa que nos aumente a cultura tudo isso são informações importantes que podem nos auxiliar muito.
Aumentamos a abrangência cognitiva, desenvolvemos essa técnica e suas aplicações, somos bem informados e por isso conseqüentemente bem formados.
A isso consideramos saber.
O saber é de fato muito importante na nossa vida de relação e pode nos dar até uma distinção material pelo fato que nos possibilita nas aquisições materiais.
Somos pessoas bem sucedidas com o saber e temos até privilégios na sociedade.
Mas... A sabedoria é outro nível.
A sabedoria é a fisiologia do saber.
É a conseqüência das atitudes em que pesam além do saber a moral da humanidade. Os antigos reputavam a sabedoria aos deuses pois que segundo o entendimento da época embora materialistas a maioria das vezes era o rumo certo, o que deveriam fazer e se os deuses aprovavam.
Sabedoria após a passagem de Jesus passou a ter um significado moral mais espiritualizado. Um saber avançado que em todo fisiologismo deste conceituava o porvir, o resultado que daí advinha.
Por isso Jesus propagava e o dizemos com sabedoria, fazei ao próximo como espera este o retribua.
É o analisarmos como saber o mais profundo e abrangente das ações que muitas vezes a sabedoria nos manda abrandar para não prejudicar a humanidade.
Humanidade esta que pode ser considerada como a nossa esposa, o nosso filho, a nossa família, os nossos amigos enfim todo ser que por qualquer atitude menos sábia seja prejudicado.
É portanto esse o significado da sabedoria qual seja o analisarmos o porque, para que é útil, nós aceitaríamos?
Vamos todos refletir e darmo-nos conta que a sabedoria como a humildade e a resignação não são passivas.

Luiz Gonzaga
lgscalzitti@feal.com.br

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