quinta-feira, outubro 12, 2006
Fatalidade
Fatalidade
Eu entendo que a fatalidade existe no momento da morte do nascimento e nas condições da vida de relação a que nos submetemos.
Considerando que somos Espíritos viajantes do tempo e temos conseguido experiências que nos cumularam de conhecimentos morais e intelectuais. Sabendo, ainda, que pela nossa liberdade de escolha avançamos de acordo aos nossos conhecimentos mais ou menos felizes. Reconhecendo que escolhemos, segundo esse entendimento, o gênero das provas que nos possibilite obstáculos apropriados ao exercício e fortificação do nosso Espírito, segundo o nosso cometimento.
Sabedores ainda do fato de que tudo o que nos fere o íntimo enquanto encarnados e portanto com as dificuldades próprias da matéria, em Espírito não conceituamos da mesma maneira, embora algumas questões nos suscitem mais o orgulho. Quero fazer entender aqui que nem tudo o que nos afeta enquanto encarnados, ou no estado de vigília, nos afeta da mesma forma desencarnados ou em emancipação do corpo material.
Considerando o fato de podermos escolher o gênero de provas e com isto traçarmos a nossa fatalidade, assim como a nossa vida de relação se depara com a fatalidade das leis naturais imutáveis, pois do contrario criar-se-ia o caos em tentando atender a todos.
Porém, essa fatalidade ou determinismo que o materialismo tenta imputar à nossa vida, este não existe, porque assim não teríamos o livre-arbítrio e seriamos como máquinas, e muito mais, não seriamos responsáveis pelos acontecimentos assim como difícil seria conceituar evolução intelecto moral.
Embora muitos estudiosos tentem imputar à fatalidade certos acontecimentos da vida, analisando com a ciência e eximidos de idéias preconcebidas. Constatamos sempre uma falha humana, seja de disciplina na execução, falta de atenção, ignorância pelo fato de não ter sido orientado pelo superior etc.
Como espíritas podemos contestar, mas e o fato da ingerência do mundo espiritual na vida de relação? Todos sabemos que ela é de acordo com os nossos cometimentos boa ou má, além de tudo Deus propicia a cada um o protetor que lhe inspira para o bem. E ainda se tivermos vontade firme e forte nos desvencilhamos do jugo prepotente dos maus.
Por isso creio que a morte e o nascimento são mesmo as fatalidades que devamos considerar.
Todas as outras ocorrências ditas fatais são efeito de nosso livre-arbítrio.
Luiz- Rio Claro-SP
lgscalzitti@feal.com.br
Eu entendo que a fatalidade existe no momento da morte do nascimento e nas condições da vida de relação a que nos submetemos.
Considerando que somos Espíritos viajantes do tempo e temos conseguido experiências que nos cumularam de conhecimentos morais e intelectuais. Sabendo, ainda, que pela nossa liberdade de escolha avançamos de acordo aos nossos conhecimentos mais ou menos felizes. Reconhecendo que escolhemos, segundo esse entendimento, o gênero das provas que nos possibilite obstáculos apropriados ao exercício e fortificação do nosso Espírito, segundo o nosso cometimento.
Sabedores ainda do fato de que tudo o que nos fere o íntimo enquanto encarnados e portanto com as dificuldades próprias da matéria, em Espírito não conceituamos da mesma maneira, embora algumas questões nos suscitem mais o orgulho. Quero fazer entender aqui que nem tudo o que nos afeta enquanto encarnados, ou no estado de vigília, nos afeta da mesma forma desencarnados ou em emancipação do corpo material.
Considerando o fato de podermos escolher o gênero de provas e com isto traçarmos a nossa fatalidade, assim como a nossa vida de relação se depara com a fatalidade das leis naturais imutáveis, pois do contrario criar-se-ia o caos em tentando atender a todos.
Porém, essa fatalidade ou determinismo que o materialismo tenta imputar à nossa vida, este não existe, porque assim não teríamos o livre-arbítrio e seriamos como máquinas, e muito mais, não seriamos responsáveis pelos acontecimentos assim como difícil seria conceituar evolução intelecto moral.
Embora muitos estudiosos tentem imputar à fatalidade certos acontecimentos da vida, analisando com a ciência e eximidos de idéias preconcebidas. Constatamos sempre uma falha humana, seja de disciplina na execução, falta de atenção, ignorância pelo fato de não ter sido orientado pelo superior etc.
Como espíritas podemos contestar, mas e o fato da ingerência do mundo espiritual na vida de relação? Todos sabemos que ela é de acordo com os nossos cometimentos boa ou má, além de tudo Deus propicia a cada um o protetor que lhe inspira para o bem. E ainda se tivermos vontade firme e forte nos desvencilhamos do jugo prepotente dos maus.
Por isso creio que a morte e o nascimento são mesmo as fatalidades que devamos considerar.
Todas as outras ocorrências ditas fatais são efeito de nosso livre-arbítrio.
Luiz- Rio Claro-SP
lgscalzitti@feal.com.br