sábado, março 01, 2008
Falar e Fazer Entender
Falar e Fazer Entender
“Ainda que eu falasse a língua dos anjos...”, Paulo
O nosso falar deve ser muito bem pensado para podermos fazer entender aquilo que queremos dizer.
Quando falamos nós fazemos com que tudo à nossa volta tome a forma do pensamento que estamos emitindo.
As palavras têm cada uma o seu conteúdo, a expressão de uma idéia se colocada de certa forma de forma a passar aquilo que queremos comunicar. A nossa maneira de falar também possui um peso característico para fazer clara a idéia. E acima de tudo precisamos nos ater à nossa expressão fisionômica ao dizê-las pois ela é que reveste de sentimento as palavras ditas.
Assim entendo que Paulo ao dizer as palavras acima se referia à forma de nos expressar e acima de tudo ao sentimento que carregamos nas palavras que falamos.
Seja o nosso falar brando e sereno como aquele que nada afeta e que com amor quer suas idéias.
Sejam nossas palavras como gotas de perfume que se esparramam pelo ar dando aroma do nosso amor.
Para sermos compreendidos fazermos o possível para com explicações objetivas e claras dispor a idéia de forma inteligível.
É preciso que ao dizer nossa idéia consigamos prender a atenção daquele que nos ouve. Isso pode fazer a diferença na aceitação de nossa preleção.
Estudarmos seriamente a Doutrina e entendermos para não gerar polêmica e desentendimento em respeito à doutrina e sua aplicação. O Espírita precisa aprender a olhar o mundo em que vive e compreender melhor, para que possa expressar sua analise.
Portanto para que se processasse uma reformulação doutrinária seria necessário cada um dar de si o melhor e mais compenetrado amor.
Amor à causa, amor fraternal, amor à essência dos ensinamentos e estudo sério e sistematizado de toda a história humana que se pode conhecer e da doutrina, para podermos compreender melhor a nossa tarefa. Pois de onde viemos sabemos, a que viemos sabemos e para onde vamos senão ao mundo espiritual?
Analise a si próprio, transforme as suas atitudes menos aconselháveis em atos de amor e seremos uma humanidade melhor, a mais moralizada.
Luiz Gonzaga
“Ainda que eu falasse a língua dos anjos...”, Paulo
O nosso falar deve ser muito bem pensado para podermos fazer entender aquilo que queremos dizer.
Quando falamos nós fazemos com que tudo à nossa volta tome a forma do pensamento que estamos emitindo.
As palavras têm cada uma o seu conteúdo, a expressão de uma idéia se colocada de certa forma de forma a passar aquilo que queremos comunicar. A nossa maneira de falar também possui um peso característico para fazer clara a idéia. E acima de tudo precisamos nos ater à nossa expressão fisionômica ao dizê-las pois ela é que reveste de sentimento as palavras ditas.
Assim entendo que Paulo ao dizer as palavras acima se referia à forma de nos expressar e acima de tudo ao sentimento que carregamos nas palavras que falamos.
Seja o nosso falar brando e sereno como aquele que nada afeta e que com amor quer suas idéias.
Sejam nossas palavras como gotas de perfume que se esparramam pelo ar dando aroma do nosso amor.
Para sermos compreendidos fazermos o possível para com explicações objetivas e claras dispor a idéia de forma inteligível.
É preciso que ao dizer nossa idéia consigamos prender a atenção daquele que nos ouve. Isso pode fazer a diferença na aceitação de nossa preleção.
Estudarmos seriamente a Doutrina e entendermos para não gerar polêmica e desentendimento em respeito à doutrina e sua aplicação. O Espírita precisa aprender a olhar o mundo em que vive e compreender melhor, para que possa expressar sua analise.
Portanto para que se processasse uma reformulação doutrinária seria necessário cada um dar de si o melhor e mais compenetrado amor.
Amor à causa, amor fraternal, amor à essência dos ensinamentos e estudo sério e sistematizado de toda a história humana que se pode conhecer e da doutrina, para podermos compreender melhor a nossa tarefa. Pois de onde viemos sabemos, a que viemos sabemos e para onde vamos senão ao mundo espiritual?
Analise a si próprio, transforme as suas atitudes menos aconselháveis em atos de amor e seremos uma humanidade melhor, a mais moralizada.
Luiz Gonzaga