sábado, junho 07, 2008
O Espírita e o Espiritismo
O Espírita e o Espiritismo
A Doutrina Espírita tem como fundamento básico instruir e fornecer argumentos para que cada um possa estudando, analisando, formar sua opinião e tomar suas próprias decisões.
O povo em geral busca uma solução para os seus problemas mas não quer de forma nenhuma ser o responsável pelas soluções, principalmente quando estas são antipáticas e podem resultar em dilemas e polemicas.
Quando nos deparamos com conceitos como os de referência à morte prematura, pessoas que se dizem Espíritas vêm a publico e citam Kardec, como a procurar se fundamentar doutrinariamente mas provocam um desastre ainda maior.
Vejamos o que diz a questão de “O Livro dos Espíritos” em sua questão:
199 ─Por que a vida se interrompe com tanta freqüência na infância? Em que se transforma o Espírito de uma criança que morreu em tenra idade?
“A duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que nela está encarnado, o complemento de uma existência interrompida antes do término devido, e sua morte, quase sempre, constituí provação ou expiação para os pais.” “Recomeça uma nova existência.”
Vamos analisar as respostas por partes. Quando da encarnação o Espírito escolhe o gênero de encarnação a que pretende se submeter para em tendo a oportunidade mostrar seu progresso ou enfrentar novos desafios para que seja sedimentado nele o conhecimento e por conseqüência a sua evolução. Então ele tem uma vida. Vida que chamamos de reencarnação.
Precisamos considerar e convir que o Dogma da Reencarnação -que é de todo o sempre-, é o único meio de explicarmos as diferenças existentes em nosso meio material.
Considerando-se o Espírito imortal, e passível de aperfeiçoamento através as reencarnações sucessivas desde a encarnação primeira, precisamos considerar que nenhuma encarnação é e nem pode ser completa. Mesmo porque nenhum Espírito sofre aperfeiçoamento em linha reta, mesmo o nosso irmão maior Jesus passou pela fieira das reencarnações.
Então nenhum Espírito deverá reencarnar para completar tempo de encarnação passada. As encarnações não são completas. O tempo que deve durar a ninguém é dado saber.
E o Espírito não tendo conseguido fazer o que queria e tendo chegado o termo de sua vida seja por qual meio venha a ocorrer terá sempre a oportunidade de recomeçar em outra. Não importa qual a idade cronológica material lembre o Espírito é imortal.
Bem com isso espero ter esclarecido o ponto da completude das encarnações.
Em respeito a provas ou expiações que refere a resposta precisamos ter em mente que Deus estabelece a mecânica do Universo a que estamos todos submetidos.
Referendar que Deus faz isso como uma punição seria querer imputar a Ele o processo vingativo que habita entre nós que é o famoso “olho por olho, dente por dente”. É claro que isso é muito mais para ter uma medida coercitiva do que para representar a Justiça, -lembra mais o sectarismo religioso- que de forma diversa da nossa sempre oportuniza novas encarnações para que possamos reparar os erros que nós em reflexão na erraticidade assumimos e chegamos à conclusão de escolhemos um gênero de provas que nos possibilite reparar.
Então não é que seja uma prova expiatória para os pais, como a dizer que Deus assim nos imputa o castigo, mas sim um meio que escolhemos para aproveitando a ocorrência natural da morte prematura, possamos avaliar a oportunidade de sermos pais. E isso pode ser aproveitado como experiência tanto ao Espírito reencarnante como ao Espírito reencarnado.
A Família é pois um grupo de Espíritos encarnados com o fim de proteger um Espírito encarnado em nosso meio material para que o auxiliemos na educação e condução para a sua remissão. Ninguém reencarna tendo em vista ser o algoz ou produzir o sofrimento ao outro, assim como na explicação simplista da prova ou expiação já tão desgastada no meio Espírita.
Pode até ser que venhamos a falhar na empreitada, mas o resultado disso está nas Leis Naturais no gênero da encarnação, não é a nenhum de nós e a nenhum Espírito desencarnado que cabe analisar e apontar no outro determinando que é uma expiação ou prova.
Depois, há casos e casos, e isto deve ser tomado em consideração, há pais que fizeram tudo o que fora possível para dar ao seu filho a educação e o preparo necessário, segundo o entendimento material, mas mesmo assim eles desencarnaram cedo. E ai como vamos fazer tabula rasa do fato e condenar a todos pela expiação ou prova?
Os fatos ocorrem muito mais pela dureza de nosso procedimento do que pelas Leis Naturais.
Então fica assim considerado o Espírito que respondia a Kardec tinha esta compreensão o que não deve ser tomado como verdade absoluta. Mas considerando a razão nenhuma encarnação é completa e desencarnando cedo ou tarde segundo a cronologia material, procura-se uma nova existência não sem antes passar pelo momento de reflexão na erraticidade que possibilite um balanço e uma tomada de posição tendo em vista reparar o que considerou que errou. E essa é uma atitude que demonstra total atenção ao livre arbítrio e a oportunidade real de aprendizado, quem é induzido a qualquer atitude não aprendeu e torna-se revoltado, portanto não é a pedagogia correta para educar a qual se prende sempre a extrair do educando o que ele tem de melhor.
E se dá com todos indistintamente, pois somos todos filhos de um mesmo Pai que não confere privilégios a nenhum de nós. E que não estabelece tempo para melhorarmos ou aprendermos.
Luiz Gonzaga
A Doutrina Espírita tem como fundamento básico instruir e fornecer argumentos para que cada um possa estudando, analisando, formar sua opinião e tomar suas próprias decisões.
O povo em geral busca uma solução para os seus problemas mas não quer de forma nenhuma ser o responsável pelas soluções, principalmente quando estas são antipáticas e podem resultar em dilemas e polemicas.
Quando nos deparamos com conceitos como os de referência à morte prematura, pessoas que se dizem Espíritas vêm a publico e citam Kardec, como a procurar se fundamentar doutrinariamente mas provocam um desastre ainda maior.
Vejamos o que diz a questão de “O Livro dos Espíritos” em sua questão:
199 ─Por que a vida se interrompe com tanta freqüência na infância? Em que se transforma o Espírito de uma criança que morreu em tenra idade?
“A duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que nela está encarnado, o complemento de uma existência interrompida antes do término devido, e sua morte, quase sempre, constituí provação ou expiação para os pais.” “Recomeça uma nova existência.”
Vamos analisar as respostas por partes. Quando da encarnação o Espírito escolhe o gênero de encarnação a que pretende se submeter para em tendo a oportunidade mostrar seu progresso ou enfrentar novos desafios para que seja sedimentado nele o conhecimento e por conseqüência a sua evolução. Então ele tem uma vida. Vida que chamamos de reencarnação.
Precisamos considerar e convir que o Dogma da Reencarnação -que é de todo o sempre-, é o único meio de explicarmos as diferenças existentes em nosso meio material.
Considerando-se o Espírito imortal, e passível de aperfeiçoamento através as reencarnações sucessivas desde a encarnação primeira, precisamos considerar que nenhuma encarnação é e nem pode ser completa. Mesmo porque nenhum Espírito sofre aperfeiçoamento em linha reta, mesmo o nosso irmão maior Jesus passou pela fieira das reencarnações.
Então nenhum Espírito deverá reencarnar para completar tempo de encarnação passada. As encarnações não são completas. O tempo que deve durar a ninguém é dado saber.
E o Espírito não tendo conseguido fazer o que queria e tendo chegado o termo de sua vida seja por qual meio venha a ocorrer terá sempre a oportunidade de recomeçar em outra. Não importa qual a idade cronológica material lembre o Espírito é imortal.
Bem com isso espero ter esclarecido o ponto da completude das encarnações.
Em respeito a provas ou expiações que refere a resposta precisamos ter em mente que Deus estabelece a mecânica do Universo a que estamos todos submetidos.
Referendar que Deus faz isso como uma punição seria querer imputar a Ele o processo vingativo que habita entre nós que é o famoso “olho por olho, dente por dente”. É claro que isso é muito mais para ter uma medida coercitiva do que para representar a Justiça, -lembra mais o sectarismo religioso- que de forma diversa da nossa sempre oportuniza novas encarnações para que possamos reparar os erros que nós em reflexão na erraticidade assumimos e chegamos à conclusão de escolhemos um gênero de provas que nos possibilite reparar.
Então não é que seja uma prova expiatória para os pais, como a dizer que Deus assim nos imputa o castigo, mas sim um meio que escolhemos para aproveitando a ocorrência natural da morte prematura, possamos avaliar a oportunidade de sermos pais. E isso pode ser aproveitado como experiência tanto ao Espírito reencarnante como ao Espírito reencarnado.
A Família é pois um grupo de Espíritos encarnados com o fim de proteger um Espírito encarnado em nosso meio material para que o auxiliemos na educação e condução para a sua remissão. Ninguém reencarna tendo em vista ser o algoz ou produzir o sofrimento ao outro, assim como na explicação simplista da prova ou expiação já tão desgastada no meio Espírita.
Pode até ser que venhamos a falhar na empreitada, mas o resultado disso está nas Leis Naturais no gênero da encarnação, não é a nenhum de nós e a nenhum Espírito desencarnado que cabe analisar e apontar no outro determinando que é uma expiação ou prova.
Depois, há casos e casos, e isto deve ser tomado em consideração, há pais que fizeram tudo o que fora possível para dar ao seu filho a educação e o preparo necessário, segundo o entendimento material, mas mesmo assim eles desencarnaram cedo. E ai como vamos fazer tabula rasa do fato e condenar a todos pela expiação ou prova?
Os fatos ocorrem muito mais pela dureza de nosso procedimento do que pelas Leis Naturais.
Então fica assim considerado o Espírito que respondia a Kardec tinha esta compreensão o que não deve ser tomado como verdade absoluta. Mas considerando a razão nenhuma encarnação é completa e desencarnando cedo ou tarde segundo a cronologia material, procura-se uma nova existência não sem antes passar pelo momento de reflexão na erraticidade que possibilite um balanço e uma tomada de posição tendo em vista reparar o que considerou que errou. E essa é uma atitude que demonstra total atenção ao livre arbítrio e a oportunidade real de aprendizado, quem é induzido a qualquer atitude não aprendeu e torna-se revoltado, portanto não é a pedagogia correta para educar a qual se prende sempre a extrair do educando o que ele tem de melhor.
E se dá com todos indistintamente, pois somos todos filhos de um mesmo Pai que não confere privilégios a nenhum de nós. E que não estabelece tempo para melhorarmos ou aprendermos.
Luiz Gonzaga