quarta-feira, fevereiro 05, 2014

 

O ASTRAL


O ASTRAL

Ano XXI – Número 239– Distribuição Gratuita – Fevereiro 2014

Órgão Oficial de Informação do Centro Espírita Astral Superior

Declarado de utilidade pública municipal pela Lei 2.076 de 09 de Outubro de 1986

Rua 5-A nº 352 – Vila Alemã – Rio Claro – SP CEP 13 506-662

Da teoria das manifestações físicas

• Movimentos e suspensões

• Ruídos

• Aumento e diminuição de peso dos corpos

72. Demonstrada, pelo raciocínio e pelos fatos, a existência dos Espíritos, assim como a possibilidade que têm de atuar sobre a matéria, trata-se agora de saber como se efetua essa ação e como procedem eles para fazer que se movam as mesas e outros corpos inertes.

Uma ideia se apresenta muito naturalmente e nós a tivemos. Dando-nos outra explicação muito diversa, pela qual longe estávamos de esperar, os Espíritos a combateram, constituindo isto uma prova de que a teoria deles não era efeito da nossa opinião. Ora, essa primeira ideia todos a podiam ter, como nós; quanto à teoria dos Espíritos, não cremos que jamais haja acudido à mente de quem quer que seja. Sem dificuldade se reconhecerá quanto é superior à que esposávamos, se bem que menos simples, porque dá solução a inúmeros outros fatos que, com a nossa, não encontravam explicação satisfatória.

Essas e muito mais duvidas que possa ter serão esclarecidas num estudo agradável e informal, onde todos participam com suas opiniões e ideias.

Quer saber mais?

Venha estudar O Livro dos Médiuns conosco, é toda quarta feira das 20H00 às 21h30.

Não precisa mais do que a vontade de aprender sobre mediunidade.

Aliás, tema importante para poder entender o que é e como se dão as comunicações dos espíritos desencarnados.

O Centro Espírita Astral Superior continua com suas obras de reforma e conta com o apoio financeiro de todos para a conclusão das mesmas. Aproveitamos para agradecer o apoio recebido até o presente momento. Esperamos poder contar com a continuidade de sua ajuda.

Como toda e qualquer instituição o Astral Superior precisa e não podia deixar de ser das pessoas que o frequentam e da colaboração destas em todas as atividades da casa. Precisamos por exemplo: voluntários para entrega das cestas de alimentos.

A casa tem dificuldades próprias de um reforma e às vezes apresenta-se suja e com aspecto de abandono, se você quer pode ajudar a melhorar isso, converse conosco.

Todo ramo de conhecimento e atividade Humano precisam de divulgação. Se o que a casa lhe oferece é digno de sua apreciação divulgue, convide os amigos, poderá tornar o ambiente mais receptivo e agradável.

Você discorda do que vê na casa em qualquer das atividades e tem certeza que pode ajudar com sua opinião sincera e apurada respaldada pelo conhecimento doutrinário converse conosco.

Há uma frase muito divulgada no meio Espírita atribuída a Adolfo Bezerra de Meneses Cavalcanti que diz:

“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.”

A preleção

A preleção é o discurso ou conferência didática. É uma peça oratória que o orador pronuncia para instrução de seus ouvintes. Os objetivos da preleção espírita são dois: ensinar o Evangelho e instruir sobre o Espiritismo. Deve conter todas as qualidades da eloquência. Compõe-se de duas partes, o tema e a discussão do tema. O tema é fornecido pelo Evangelho e a discussão do tema é fornecida pelo Espiritismo. Devemos reunir o material sobre o tema escolhido, como, por exemplo, a caridade. Escrevemos, primeiramente, os capítulos e versículos contidos no Evangelho, combinados com trechos do Evangelho segundo o Espiritismo e demais obras espíritas, buscando as vantagens de se viver de acordo com eles.

Reunido o material, e estudado cuidadosamente, comporemos a preleção. É simplesmente por em ordem os apontamentos feitos de maneira a formarem um conjunto harmonioso, dando um toque pessoal, sem modificar os princípios e ensinamentos. Falaremos, agora, sobre a quantidade de minutos que se deve gastar para a exposição, e a maneira de falar.

A preleção não deve ser longa. Deve ser simples, concisa, contendo apenas o necessário para enunciar o tema e discuti-lo claramente. Devemos abolir as palavras inúteis, ainda que bonitas. Mas não deve ser tão curta a ponto de proibir o orador de discutir amplamente o tema. O orador inteligentemente exprime o que deseja em razão do tempo disponível.

A preleção não deve ser lida diante do auditório, nem pronunciada de cor. Isso tira-lhe o entusiasmo, a personalidade do orador. Perde-se a espontaneidade e, consequentemente, e eficiência. Sem contar que é muito comum esquecer aquilo que foi decorado, e não estudado.

Depois de escrita a preleção e passada a limpo, faremos uma leitura em voz alta oito ou dez vezes, como se estivéssemos diante do auditório. Repetiremos esses exercícios tantas vezes quanto forem necessárias. Nenhuma vez poderá ser igual à outra. Caso isso aconteça, é sinal de que estamos decorando o texto. A forma pode ser diferente, mas devemos manter o mesmo conteúdo, tanto na primeira quanto na última leitura.

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