terça-feira, julho 01, 2014
O ASTRAL
O
ASTRAL
Ano
XXI – Número 244– Distribuição Gratuita – Julho 2014
Órgão
Oficial de Informação do Centro Espírita Astral Superior
Declarado
de utilidade pública municipal pela Lei 2.076 de 09 de Outubro de 1986
Rua
5-A nº 352 – Vila Alemã – Rio Claro – SP CEP 13 506-662
Refletindo
Passa
ano entra ano e nós percebemos que a Casa Espírita ao invés de crescer continua
sempre os mesmos frequentadores.
Embora,
no decorrer do ano passasse por ai uma enorme quantidade de pessoas.
Aí
paramos para pensar. O que acontece? As pessoas estão sendo exigentes demais,
não compreendem o que é de fato a Doutrina e por isto se afastam. Tendo em
vista não ter conseguido aquilo que pretendiam.
Ou
por outro lado a Casa Espírita não está acertando com a condução da explicação
em suas palestras expositivas?
Poderíamos
resolver de maneira fácil se as pessoas dissessem por que razões não se agradam
e deixam de comparecer. Isto, já é outra história, pois necessário se faz saber
antes por que razão elas vieram à Casa Espírita.
Sabe
muitas vezes nos preocupamos com isto, mas é delicado demais, pois ao mesmo
tempo em que não é nosso intuito fazer com que as pessoas se sintam obrigadas a
frequentar, esperamos dar a atenção que necessitam.
Aí
entra o serviço de atendimento fraterno das Casas Espíritas. Muitas vezes
conduzidos por pessoas de nossa confiança, preparadas para tal.
Mas,
veja, são seres humanos como aqueles que os procuram e com as mesmas
necessidades. Estamos todos em caminhada educativa, e ninguém é professor e nem
aluno.
Embora,
alguns se sintam mais prendados, somos todos aprendizes.
Mas,
coisa muito relevante que devemos ressaltar é o fato de todos que atuam na Casa
Espírita se disporem ao estudo em comum para que possam sanar duvidas e formar
a opinião global da casa.
É
necessário isto, pois ninguém pode aprender isoladamente e nem tampouco
apreender o sentido de orientação geral da casa.
Por
isso, e somente por isso é que oferecemos oportunidades de estudos doutrinários
e que nos preocupamos em cada vez mais ter mais companheiros de trabalho nestes
estudos.
Ninguém
irá receber diploma nem tampouco estará ali como aluno.
Estaremos
todos harmonizando conhecimentos para podermos ter uma Família estruturada e
coesa trabalhando e se interessando de fato pelos destinos da casa e acima de
tudo da credibilidade da Doutrina.
Se
não conseguirmos fixar aqueles que passam pela Casa Espírita que eles levem
dali conhecimento que os Espíritas se portam como em uma Família com harmonia e
entendimento. E, se preocupam ao explicar a Doutrina Espírita de forma bastante
simples, não obrigam a aceitar suas ideias, e acima de tudo falam de forma
coerente.
Por
isso convidamos aqueles que querem fazer parte da Família do Centro Espírita
que costuma frequentar a comparecerem aos estudos que são disponibilizados.
Não
esqueça, na vida tudo precisa de estudo e preparação, pois do contrário nada
funciona como deve ser e sim como achamos que devia ser.
Trecho extraído do Livro: Fundamentação da Ciência Espírita
O desenvolvimento do Espiritismo
Carlos Friedrich Loeffler
A Verdade, eis a única coisa em
mira.
A crítica, portanto, deve ser
prazerosamente aceita pelos Espíritos quando são superiores, pois de duas uma:
ou estão seguros do que sustentam e têm assim elementos para nos dar em
discussão a evidência de que necessitamos, ou não estão ainda bem esclarecidos
sobre o ponto em estudo e podem, discutindo, aprender conosco. A instrução pode
ser recíproca. Se os homens podem instruir-se com os Espíritos, também estes
podem instruir-se com os homens. (Discurso de Allan Kardec em Bordéus, citado
por Canuto Abreu na introdução do primeiro livro dos
espíritos)
Por isso devemos guardar-nos
contra o que vem do mundo invisível, sem se ter submetido ao controle da
lógica. Os bons Espíritos o recomendam incessantemente e jamais se ofendem com
a crítica porque, das duas uma: ou estão seguros do que dizem e, então, nada
temem, ou não o estão e, se têm consciência de sua insuficiência, eles mesmos
buscam a verdade. Ora, se os homens podem instruir-se com os Espíritos, alguns
destes podem instruir- se com os homens. (In Revista Espírita, julho de 1860, p. 230)
E verdade que, vindo de parte
dos bons espíritos, muito mais aprendem os encarnados, mas é natural que
ocasionalmente ocorra o processo inverso. Qual o experiente professor que não
tenha se deparado com uma solução original de um problema ou um enfoque novo,
dado por um aluno? Aos leitores que se surpreenderam com o enfoque de Kardec,
percebam quantos temas polêmicos ainda são discutidos e respondidos de modo
diferente por vários autores espirituais, de reconhecida autoridade no
movimento espírita, como a questão das almas gêmeas, o papel da mulher na
sociedade, a alimentação carnívora, a questão da queda dos espíritos em sua
evolução etc. Há muito tempo a codificação deu sua resposta a todas essa
questões, mas informes posteriores de entidades desencarnadas parecem resistir
e insistir em outras versões. Como conciliar esses fatos dentro da doutrina?
Venha estudar conosco toda quarta feira as 20h00