quarta-feira, maio 11, 2016
Mediunidade um passo à evolução.
Mediunidade um
passo à evolução.
O maior obstáculo para a mediunidade é
ainda o orgulho! Porém, de tudo o que se possa conhecer, das maiores causas é o
desequilíbrio mental que acarreta maiores prejuízos ao médium, na sua economia
orgânica.
Todos os médiuns
precisam se convencer de uma coisa, não podem em nenhuma hipótese dispensar o
estudo da doutrina.
Assim como em
todos os ramos da ciência, a mediunidade carece de esclarecimentos maiores do
que a simples prática. Sabemos que muitas vezes o fenômeno mediúnico, o
processo prático, se sobressai; acontece, mesmo entre pessoas que professam
outra fé e até entre os descrentes, não é também privilégio de ninguém. Aliás,
a mediunidade, como mediunismo, já é conhecida do mundo desde o aparecimento do
homem o espiritismo não inventou nem a mediunidade e nem os espíritos fez
unicamente disciplinar essa prática.
Isso porque na
antigüidade se utilizavam os fenômenos para tudo quanto se possa imaginar,
menos para a educação moral e intelectual do homem.
Se nos preocuparmos
a um estudo dos povos na antigüidade, iremos verificar que a maior aplicação do
fenômeno se dava a prática de resultados no amor, nas guerras, enfim objetos
puramente materiais e de cunho não muito recomendável. Puro interesse
particular sem objetivo de melhora psíquico espiritual, embora fossem movidos
de uma fé muito maior do que se pode observar nos dias de hoje. Conseguiam
assim feitos que já hoje não são notados.
Temos
mesmo nos dias de hoje certo ceticismo em relação a fatos que não dominamos,
assim como o animismo, que é uma espécie de mediunidade onde a alma do médium é
comunicante.
Por isso, e
por toda seriedade com que deva ser considerada a mediunidade que se processa
mente á mente, desencarnado para encarnado ou vice-versa, precisa este,
intermediário, estar em equilíbrio psíquico orgânico para que seja o
intermediário fiel das comunicações e possa servir com serenidade.
Deve ter
comedimento na postura nos cometimentos do dia a dia.
Recolhimento e
oração, atitudes sempre cordatas e coerentes com a pratica do amor ao próximo.
Luiz Gonzaga